Eles não estão nos trios, nem nos camarotes. Passam despercebidos por muitos, mas são peças fundamentais para que a Micareta de Feira de Santana aconteça com segurança. São os bombeiros civis, profissionais treinados para atuar em situações de emergência e garantir que os foliões possam curtir a festa com tranquilidade. À frente do agrupamento da Farimeh, a coordenadora Adenildes Santos chama atenção para a seriedade e a importância dessa atuação.
“Nós somos as forças auxiliares. Atuamos ao lado da Guarda Municipal, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. Nosso foco é a prevenção, mas estamos prontos para intervir quando necessário, seja prestando primeiros socorros ou combatendo princípios de incêndio”, afirma.
Embora desempenhem funções semelhantes às dos bombeiros militares, os civis têm um campo de atuação diferente: atuam em áreas privadas e são contratados especificamente para isso. “Temos uma formação regulamentada pela Lei Federal 11.901. São 306 horas de treinamento básico, que nos qualificam para exercer a função de bombeiro profissional civil”, explica Adenildes.
A estrutura da Micareta exige uma atenção redobrada. O volume de pessoas, o calor e as estruturas temporárias representam riscos que precisam ser monitorados de perto. “Cuidamos também da segurança física dessas instalações. Observamos o limite de peso, o fluxo de pessoas e intervimos quando percebemos qualquer risco à integridade do público”, destaca.
Mas como é a receptividade da população diante dessa atuação? A coordenadora é enfática: “Existe, sim, respeito. A sociedade compreende nossa importância e as autoridades também. Afinal, somos servidores da coletividade.”
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