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Educação Pedido de prisão

"É lamentável que os professores estejam sendo representados por uma pessoa desequilibrada", diz Moura Pinho sobre Marlede Oliveira

Procurador comentou a declaração da presidente da APLB Feira, Marlede Oliveira, pedindo prisão do prefeito Colbert Martins

14/05/2022 12h53 Atualizada há 1 semana
Por: Hely Beltrão Fonte: Conectado News
Foto ACM - Montagem Conectado News
Foto ACM - Montagem Conectado News

A presidente do Sindicato dos Professores (APLB Feira) professora Marlede Oliveira  disse, "pediremos a prisão do prefeito Colbert Martins(MDB) por descumprimento de decisão judicial", afirmou  em entrevista ao Programa Levante a Voz da Rádio Sociedade News FM 102.1, apresentado pelo jornalista Luiz Santos.

O Conectado News entrevistou  neste sábado 14,o Procurador Geral do Município, Carlos Alberto Moura Pinho, que  repudiou a fala de Marlede Oliveira, dizendo que a mesma estaria perseguindo  Colbert Martins.

Para Moura Pinho "obsessão é um substantivo feminino que significa comportamento de importunar ou perseguir alguém de forma insistente, também pode indicar estado de preocupação permanente com alguma coisa, a presidente da APLB está sofrendo deste transtorno de  forma doentia, se determinou num comportamento de importunar o prefeito  em todos os eventos, constituindo-se em assédio moral, a situação foge do aspecto político, da política sindical propriamente dita, isso só gera dificuldades, e ainda pretendendo pedir a prisão de Colbert Martins, na  colocação original  a atitude é desrespeitosa.", disse o Procurador Geral do Município.

"É lamentável que os professores estejam sendo representados por uma pessoa desequilibrada, desatinada, que colocou algo que está no plano judicial, aguardando definições que garantam um direito, porque o Supremo Tribunal Federal(STF)  afirmou que não existe essa vinculação do precatório, e quando houver essa decisão judicial definitiva garantindo a questão, o município honrará o pagamento. Essa lei que foi aprovada na Câmara dos Vereadores, se constitui em um verdadeiro atentado contra eventuais direitos dos aposentados. Se futuramente, os tribunais pacificarem de forma diferente  a questão do precatório, só terá direito quem trabalhou no período em que as mudanças ocorreram", concluiu Moura Pinho.

Reportagem: Luiz Santos e Hely Beltrão

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