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Justiça Feira de Santana

Decisão da justiça poderá impedir fechamento da fábrica de sorvetes Princesinha, saiba porquê

Segundo o advogado Hércules Oliveira,

13/10/2021 19h59 Atualizada há 6 dias
Por: Ana Meire Fonte: Conectado News
Foto Divulgação
Foto Divulgação

 

A Empresa Princesinha Gelo e Sorvetes informou, através de nota, no último domingo (10), o encerramento das atividades em Feira de Santana, após  60 anos de dedicação ao município. O Encerramento  das atividades da empresa está previsto para  o próximo dia 18 de outubro, mas por questões judiciais, isso poderá não acontecer. 

Leia mais https://www.conectadonews.com.br/noticia/12673/empresa-encerra-atividades-apos-60-anos-em-feira

Segundo o advogado de uma das filhas Hércules Oliveira, nem todos os herdeiros e sucessores participaram dessa decisão. “A contadora da empresa sonegou informações aos herdeiros e sucessores que tem interesse em saber o que está acontecendo. 

As duas  herdeiras responsáveis pela administração vem cometendo uma administração  temerária e uma gestão da herança incompatível com o ônus da inventariança, tendo proveito próprio, sem prestação de contas”, relatou. 

Hércules explica, “o espólio da Princesinha, é formado pelo patrimônio do senhor Francisco Gomes e do senhor Pedro Gomes, os dois juntos eram detentores de 50% da Princesinha e 50% dos demais herdeiros. Ocorre que  a administração da Princesinha com o falecimento do senhores Francisco e   Pedro, passou exclusivamente a ser das senhoras Solange Torres e  Rosangela Torres”, explica.

O advogado Hércules, representa a viúva senhora Francinete Gonçalves, que era casada com o senhor Pedro e de forma equivocada foi afastada de toda administração. Segundo Hércules, Francinete Gonçalves e  Elisângela Torres, herdeiras da Princesinha, solicitam a prestação de contas e os reais motivos do fechamento da empresa, para avaliar uma possível reativação. “A filha do Pedro Gomes, a senhora Priscila, juntamente com as duas tias, buscam fechar a Princesinha, sem prestar contas aos demais herdeiros e sucessores, que não aceitam, a forma como estava sendo administrada à empresa”, disse. 

Medidas judiciais já foram adotadas, “entramos com uma ação, pedindo a prestação de contas e uma liminar para que não se faça qualquer transação no entorno das instalações da Princesinha, muito menos a venda da marca Princesinha e para que façam uma prestação de contas. Estamos pedindo também o afastamento das inventariantes para que a senhora Elisângela e Francinete sejam nomeadas”, relatou Hércules. 

 “Existe uma sindicância de má fé, todos os herdeiros e sucessores  precisam ter ciência do que está acontecendo. Saber como é que está a vida contábil da empresa. Essas informações foram sonegadas”, concluiu o advogado.

Ouça a entrevista com o advogado Hércules Oliveira 

Produção Ana Meire Dias 

Reportagem Luiz Santos e Engledy Braga 

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