Terça, 24 de Maio de 2022
(75) 99168-0053
Justiça Caso Gabriela

Médico acusado de matar Gabriela nega autoria do crime em depoimento

A audiência de instrução durou nove horas

12/01/2022 07h33 Atualizada há 4 meses
Por: Ana Meire Fonte: Conectado News
Foto Carlos Valadares
Foto Carlos Valadares

 

A justiça começou a ouvir testemunhas de defesa e acusação no caso economista Gabriela Jardim Rego Peixoto 35 desaparecida no dia 22, sendo o corpo encontrado dia 28 em agosto  de 2021, quase uma semana depois na BR 116 distrito de Matinha em Feira de Santana.

A audiência de instrução durou nove horas  onde 10 testemunhas de defesa e acusação arroladas pelo Ministério Público  da Bahia (MP-BA), foram ouvidas o acusado do crime o médico Antônio Marcos Rego Costa foi o último a ser interrogado e durou cerca de 3 horas e respondeu todas as perguntas.

Em entrevista promotor de justiça Rafael Andrade disse que o interrogatório do réu foi satisfatório, “foram ouvidas todas as testemunhas mas há necessidade de novas diligencias e pericias para serem juntadas aos autos. O acusado manteve o que disse na delegacia ele nega a autoria do crime, mas confirma que esteve com a vítima na noite do seu sumiço, ele confirma que houve agressão porém, deve se verificar outras provas para uma conclusão”.

Para a finalização do processo o promotor aguarda a chegada das pericias feitas no celular da vítima e outras complementações pelo Departamento de Polícia Técnica  (DPT) logo após as alegações finais do MP e da defesa e em seguida a decisão da juíza, caso o réu seja pronunciado para julgamento não há prazo para acontecer.

 Na defesa estão atuando os advogados Guga Leal e Rafael Esperidião que informaram ao Página de Notícias que “O denunciado Antônio Marcos está contribuindo e respondeu tudo que lhe foi perguntado e reafirma o que disse desde o primeiro momento quando estava no Estado do Acre quando foi procurado pela delegada Klaudine Passos  que presidiu o inquérito”.

A defesa fez um requerimento de liberdade provisória a que ele tem direito, a prisão domiciliar por ser médico e também a revogação da prisão preventiva.

Segundo Guga “o réu em seu depoimento reafirmou que na noite do sumiço de Gabriela usaram entorpecentes e beberam durante o dia inteiro ele já tinha perdido a noite anterior no trabalho, levou  Gabriela  até um determinado local não tendo mas contato, voltou ao local e não encontrou mais”.

Em depoimento o médico assumiu o risco dela morrido porque foi ele que a deixou no local mas não se recorda de ter cometido o crime segundo o advogado ele está sendo honesto com integridade mental dele.

 

Leia mais https://www.conectadonews.com.br/noticia/14254/caso-gabriela-medico-acusado-de-homicidio-vai-continuar-preso

 

Fonte Páginas de Notícias 

Nenhum comentário
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.