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Feira de Santana Moto taxistas

Sindicato pede ordenamento de mototaxistas: pontos de parada e fiscalização

Pedido foi feito na tribuna da Câmara Municipal da quarta feira 11

12/05/2022 08h42
Por: Hely Beltrão Fonte: Conectado News
Marcio Garcez Vieira / ASCOM-CMFS
Marcio Garcez Vieira / ASCOM-CMFS

A necessidade de ordenamento do transporte individual de passageiros prestado pelos mototaxistas foi defendida pela presidente do sindicato da categoria, Hulda Barros, na Tribuna Livre da Câmara Municipal, nesta quarta-feira (11). Eles querem a demarcação dos pontos de parada e fiscalização dos ligeirinhos que atuam especialmente no centro da cidade, inclusive de outros municípios. 

 De acordo com Hulda Barros, há um impasse com relação ao Município, que não cumpre as leis que regem o serviço individual de transporte. “As leis não saem do papel”, disse a sindicalista, informando que existem 292 taxistas legalizados em Feira de Santana e mais 750 vagas, de acordo com a lei. Ao reafirmar a necessidade de fiscalização, ela assegurou que o sindicato não defende a apreensão dos veículos, mas a organização. 

 Um dos maiores problemas do serviço clandestino, de acordo com Hulda Barros, é o uso do fardamento pelo condutor, de forma inadequada, confundindo o passageiro. “A pessoa não olha o veículo, mas a farda, o que representa riscos”, enfatizou. A presidente do Sintastiac disse ainda que procurou a SMTT e foi informada que não havia recursos para pintura dos pontos de parada. 

 Contra os clandestinos, não 

 Após ouvir a explanação da presidente do Sindicato dos Trabalhadores Autônomos do Serviço Individual Alternativo e Complementar de Feira de Santana e Região, o presidente do Legislativo, Fernando Torres (PSD), disse não se sentir à vontade para intervir na questão da fiscalização dos clandestinos. “Em 2001 lutamos aqui pela regularização de vocês, que eram clandestinos”, citou lembrando a participação do então vereador Germano Correia. “Formar uma comissão para ir à Prefeitura interceder pela demarcação dos pontos, podem contar com a Casa. Contra os clandestinos não”, ressaltou.  

Ascom

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