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Política Feira de Santana

“Com a educação de Feira em crise, Colbert tentar se desviar do problema, diz deputado Zé Neto

O deputado federal Zé Neto

11/05/2022 18h08 Atualizada há 2 semanas
Por: Ana Meire Fonte: Conectado News
Foto Ascom
Foto Ascom

 

O deputado federal Zé Neto (PT-BA) rebateu nesta quarta-feira (11) as informações divulgadas pelo prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho(MDB), que comparou o valor da remuneração paga aos professores pelo município com o salário da Rede Estadual de ensino. De acordo com o parlamentar, não se pode confundir remuneração com salário-base.

“Com a educação de Feira em crise, Colbert tentar se desviar do problema que é dele. A educação municipal está desacreditada e tudo piora quando atrasa salário de professor, não dialoga com a categoria, não paga o piso e ainda coloca guarda municipal para bater e jogar spray de pimenta", criticou.

Zé Neto explicou que a remuneração inicial do professor da Rede Estadual de ensino é constituída pelo vencimento base, somado à gratificação por incentivo a atividade de classe, correspondente a 31,18% sobre o vencimento inicial de cada faixa de padrão e grau. “A remuneração de entrada para o professor com 40 horas, no início da carreira, é de R$ 5.050,43 e a do professor doutor, nas mesmas condições, é de R$ 6.399,30, podendo chegar a mais de R$ 10.600. Isso sem considerar outros valores que fazem farte do que é pago efetivamente”, esclarece o deputado.

Ele afirmou ainda que “o Governo do Estado tem se empenhando ao máximo para assegurar melhorias na educação em todo estado, valorizando a carreira do magistério, respeitando o piso salarial, garantindo boas condições de trabalho, além de efetuar o pagamento dos profissionais nas datas de vencimento dos servidores públicos”.

“Muito diferente do cenário em Feira onde professores municipais estavam protestando contra a falta de pagamento de gratificação. O prefeito tem que deixar de ‘resenha vazia’ e abrir negociação para ouvir essa categoria e mudar essa situação de dificuldade que vive a educação municipal”, defendeu

 

 

Fonte Ascom

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